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Academia Isilife

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28.Mai.15

Rachael Farrokh, 37 anos, 1.70 m e 20 Kg de peso

635683414737540351Rachael Farrokh, atriz de profissão, desenvolveu anorexia nervosa há cerca de 10 anos. Perdeu o seu trabalho e agora com 20 kg de peso está à beira da morte. O seu marido deixou o seu emprego para que pudesse tomar conta de Rachael, pois esta está fraca de mais para se deslocar sozinha ou tomar conta de si própria. Depois de verem os seus pedidos de ajuda a clínicas e hospitais rejeitados, pois estes diziam "já não haver esperança", encontraram um hospital que aceitou tratar Rachel, no entanto os valores dos tratamentos eram de mais de 100 000 dólares. O casal filmou um vídeo a pedir ajuda (ver abaixo), que entretanto já fez com que angariassem mais de 180 000 dólares. https://www.youtube.com/watch?v=Dkifew8OYpU
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27.Mai.15

Descubra como "rejuvenescer" em 4 semanas com um pequeno gesto diário (gratuito)

This Woman Drank 3 Liters Of Water A Day. Her Final Results Shocked Everyone!Antes e 4 semanas depois - Sara Smith, 42 anos Com certeza que se está a perguntar qual foi o creme milagroso que esta senhora usou e que a fez rejuvenescer a sua pele, torna-la mais homogênea e até esbater rugas. A resposta é: nenhum! A única alteração que fez nos seus hábitos diários foi simplesmente começar a beber água! Esta mulher começou a ingerir 3 litro de água e depois de 4 semanas, os resultados estão à vista. Para além dos efeitos visíveis nas fotos, Sarah perdeu também algum peso com esta pequena alteração na sua rotina. Enquanto que para algumas pessoas a ingestão de 2L de água por dia pode ser suficientes, outras precisarão de mais, como no caso dos desportistas. As recomendações gerais são de 8 copos de água por dia.Mas para além das consequências estéticas, a desidratação traz também consigo outros problemas, mais ou menos graves.Sintomas de desidratação:
  • letargia
  • dores de cabeça
  • redução do estado de alerta
  • sede
  • fome
  • fraqueza
  • desconforto
  • perda de apetite
  • boca seca
  • redução do volume de urina
  • impaciência
  • apatia
  • dificuldade de concentração
  • irritabilidade
  • sonolência
  • dificuldade na regulacão da temperatura corporal
  • tonturas
  • perda de equilíbrio
  • exaustão
  • delirio
A longo prazo pode causar perturbações;
  • renais
  • das funcões mentais
  • digestivas
  • cardíacas.
Algumas das consequências mais graves da desidratacão são
  • hipertensão arterial
  • tromboembolismo venoso
  • funcão mecânica do coração
  • doença coronária
  • colapso / morte
Em http://www.dailymail.co.uk/femail/article-2480491/How-drinking-litres-water-day-took-years-face.html Manz, F. 2007. Hydrattion and Disease. Journal American College of Nutrition Manz, F.; Wendz, A. 2005. The importance of good hydration for the prevention of chronic diseases. Nutrition Reviews  
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23.Mai.15

Nova pirâmide alimentar saudável - ANF

Foi lançada na passada semana pela Australia Nutrition Foundation a nova "pirâmide alimentar saudável". Esta nova pirâmide foi baseada nas recomendações para a população dos 19 - 50 anos, de acordo com as Australian Dietary Guidelines de 2013. No entanto estas recomendações poderão ser aplicadas, genericamente, ao público de 1- 70 anos.Segundo esta, devemos:
  • Disfrutar de variedade de alimentos dentro dos 5 grupos propostos;
  • Escolher alimentos À base de plantas;
  • Limitar a adição de gordura, sal e açúcar;
  • Escolher a água como bebida principal.
 O que me agradou particularmente:
  1. A limitação da adição de sal e a (quase) proibição de adição de açúcares;
  2. A base da pirâmide: a recomendação de que devemos ingerir cerca de 70% da nossa dieta baseada em vegetais e fruta!
  3. A introdução das especiarias.
O que não concordo completamente:
  1. A manteiga foi retirada - a sua utilização (com moderação) não é prejudicial. Tal como outras gorduras saturados - já demonstrado em vários estudo que são benéficas para o nosso corpo e cérebro.
  2. A introdução do leite de soja (e derivados processados): concordo com substituição do leite de vaca por outras alternativas, mas não pelo leite de soja. A soja têm fitoestrogenio que no corpo humano produz o mesmo efeito do que o estrogênio. Para além do facto que a maioria da soja produzida do mundo é geneticamente modificada.
Qual é a sua opinião? 18435360_rjJza
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22.Mai.15

Comprar gato por lebre: o azeite extra virgem em Portugal

A DECO realizou um estudo em 26 marcas de azeite virgem (supostamente) extra. Infelizmente, 4 destes, revelaram estar na categoria inferior - virgem, e não virgem extra. As marcas que não passaram no teste foram: Casal da Memória, Marca Guia, Serrata e Vida Celeiro . Citando os peritos da DECO "o anunciado no rótulo nem sempre garante a idoneidade do conteúdo". Em 2013  foi também encontrada uma marca de azeite que vendia o seu produto como "extra virgem" sendo este na verdade uma mistura de azeite e outro oleo alimentar.Para além destes azeites estarem a ser vendidos a um preço superior ao seu valor, também as suas propriedades organoléticas fogem ao rótulado."Guarde o azeite em garrafas de vidro escuro, para evitar o contacto com a luz, em local seco e fresco, protegido da luz e do calor. As garrafas de plástico não se recomendam, para prevenir a migração de componentes para o azeite. Feche bem a garrafa após usar e mantenha-a longe de cheiros intensos." são as dicas de conservação dadas pela DECO. Veja o vídeo abaixo para ver a reportagem completa: [embed]https://www.youtube.com/watch?v=ibUm6MXdj00[/embed]
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21.Mai.15

A verdade sobre a Stevia - e porque a deixei de usar!

Há alguns anos chegou a Portugal um "milagre" para quem queria perder peso sem abdicar das suas guloseimas: a stevia. Era rotulado como produto natural e de bem diferente (melhor) do que os adoçantes artificiais que já conheciamos. Sem hidratos de carbono e praticamente zero calorias, esta era a solução que todo o guloso tinha rezado para que acontecesse... Pessoalmente, usei o produto pontualmente para a criação de receitas low carb para clientes que não "conseguiam" abdicar do sabor doce - fazendo com que este adoçante fosse quase uma "metadona" da adição ao açúcar. Hoje em dia, nem que fosse apenas por ser um produto ultra processado (na forma de adoçante que encontramos À venda nos supermercados) - este já não têm lugar nas prateleiras da minha dispensa.Zero calorias e zero açúcares quer dizer que não engorda, certo? Errado...    O aumento do peso deve-se ao facto de o adoçante actuar no sistema nervoso, causando a sensação de insaciedade no organismo e, consequentemente, fome. Desta forma, o consumo de adoçantes artificiais são um erro para quem quer perder peso (ou, pelo menos, mantê-lo).Este tipo de adoçantes, utilizados para limitar o consumo de açúcar e assim prevenir a diabetes, provocam alterações na flora intestinal que fazem, pelo contrário, aumentar os níveis de açúcar no sangue.O estudo conclui, ainda, que “os adoçantes poderão ter contribuído directamente para impulsionar precisamente a epidemia [de obesidade] que se destinavam a combater”.  http://www.cspinet.org/new/pdf/stevia-report_final-8-14-08.pdf By NATALIE DIGATE MUTH, M.D., M.P.H., R.D.Americans now can get their calorie-free sugar fix from an all-natural alternative to artificial sweeteners. Once limited to the health-food market as an unapproved herb, the plant-derived sweetener known as stevia is now widely available and rapidly replacing artificial sweeteners in consumer products. Thirty times sweeter than sugar and with no effect on blood sugar and little aftertaste, stevia sales are predicted to reach about $700 million in the next few years, according to the agribusiness finance giant Rabobank.Stevia’s history goes back to ancient times. Grown naturally in tropical climates, stevia is an herb in the chrysanthemum family that grows wild as a small shrub in Paraguay and Brazil, though it can easily be cultivated elsewhere. Paraguayans have used stevia as a food sweetener for centuries while other countries, including Brazil, Korea, Japan, China and much of South America, have a shorter, though still long-standing, record of stevia use.Stevia’s Rocky History With the FDAThough widely available throughout the world, in 1991 stevia was banned in the U.S. due to early studies that suggested the sweetener may cause cancer. A follow-up study refuted the initial study and in 1995, the Food and Drug Administration (FDA) allowed stevia to be imported and sold as a food supplement, but not as a sweetener. Several companies argued to the FDA that stevia should be categorized similarly to its artificial-sweetener cousins as “Generally Recognized as Safe” (GRAS). Substances that are considered GRAS have been determined to be safe through expert consensus, scientific review or widespread use without negative complications. They are exempt from the rigorous approval process required for food additives. If designated as GRAS, stevia could be used as a sweetener in a wide variety of food products and beverages. In December 2008, the FDA accepted this argument, declared stevia GRAS, and allowed its use in mainstream U.S. food production. It has taken food manufacturers a couple of years to work out the right formulations, but stevia is now present in a number of foods and beverages in the U.S., including Gatorade’s G2, VitaminWater Zero, SoBe Lifewater Zero, Crystal Light and Sprite Green. Around the world it has been used in soft drinks, chewing gums, wines, yogurts, candies and many other products. Stevia powder can also be used for cooking and baking (in markedly decreased amounts compared to table sugar due to its high sweetness potency).In its initial form, Stevia was sold as a ground-up powder of the stevia plant leaves. Though sweet, the powder also had a bitter aftertaste (mostly attributed to a compound found in the stevia plant called stevioside), which limited its acceptability as a sugar substitute for the health-store-shopping crowd. But now manufacturers have figured out how to retain the sweet taste and all of stevia’s benefits without the aftertaste. There are more than 100 species of stevia plant, but one stands out for its excellent properties as a sweetener—stevia rebaudiana, which contains the compound rebaudioside A, the sweetest-flavored component of the stevia leaf. Rebaudioside A acts chemically similar to sugar in onset, intensity and duration of sweetness, and is free of aftertaste. A majority of stevia-sweetened products contain mostly extracted Rebaudioside A with some proportion of stevioside, which is a white crystalline compound present in stevia that tastes 100 to 300 times sweeter than table sugar.Stevia is marketed under the trade names of Truvia (Coca-Cola and agricultural giant Cargill), PureVia (PepsiCo and Whole Earth Sweetener Company), and SweetLeaf (Wisdom Natural Brands). Despite the three different names, the sweetener is essentially the same product, each containing slightly different proportions of rebaudioside A and stevioside. Both Coca-Cola and PepsiCo intend to use stevia as a soft-drink sweetener in the U.S., but haven’t yet unveiled their stevia-sweetened versions of Coke or Pepsi.But is it Safe?Though stevia is most likely as safe as artificial sweeteners (or more so), few long-term studies have been done to document its health effects in humans. A review conducted by toxicologists at UCLA, which was commissioned by nutrition advocate Center for Science in the Public Interest (Kobylewski & Eckhert, 2008), raised concerns that stevia could contribute to cancer. The authors noted that in some test tube and animal studies, stevioside (but not rebaudioside A) caused genetic mutations, chromosome damage and DNA breakage. These changes presumably could contribute to malignancy, though no one has actually studied if these compounds cause cancer in animal models. Notably, initial concerns that stevia may reduce fertility or worsen diabetes seem to have been put to rest after a few good studies showed no negative outcomes. In fact, one study of human subjects showed that treatment with stevia may improve glucose tolerance. Another found that stevia may induce the pancreas to release insulin, thus potentially serving as a treatment for type 2 diabetes. (These studies are reviewed in Goyal, Samsher and Goyal, 2010.) After artificial sweeteners were banned in Japan more than 40 years ago, the Japanese began to sweeten their foods with stevia. And while they have conducted more than 40,000 clinical studies on stevia and concluded that it is safe for human use, there is a general lack of long-term studies on stevia’s use and effects.All in all, stevia’s sweet taste and all-natural origins make it a popular sugar substitute. With little long-term outcomes data available on the plant extract, it is possible that stevia in large quantities could have harmful effects. However, it seems safe to say that when consumed in reasonable amounts, stevia may be an exceptional natural plant-based sugar substitute. Check the label next time you eat a favorite low-calorie sweet. You’re likely to find stevia near the top of the ingredient list.ReferencesGoyal, S.K., Samsher and Goyal, R.K. (2010). Stevia (Stevia rebaudiana) a bio-sweetener: A review. International Journal of Food Sciences and Nutrition, 61, 1, 1-10.Kobylewski, S. and Eckhert, C.D. (2008). Toxicology of rabaudioside A: A review. Retrieved July 20, 2011. Suez J, Korem T, Zeevi D, Zilberman-Schapira G, Thaiss CA, Maza O, et al. Artificial sweeteners induce glucose intolerance by altering the gut microbiota. Nature. 2014 Sep 17. PubMed PMID: 25231862. Epub 2014/09/19. Eng. Abou-Donia MB, El-Masry EM, Abdel-Rahman AA, McLendon RE, Schiffman SS. Splenda alters gut microflora and increases intestinal p-glycoprotein and cytochrome p-450 in male rats. J Toxicol Environ Health A. 2008;71(21):1415-29. PubMed PMID: 18800291. Epub 2008/09/19. eng.  
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21.Mai.15

Porque com motivação tudo é possível: iniciativa "Heróis da Fruta" em Cabinda - Angola

"Where there's a will there's a way"
IMG_20150521_224840 Iniciativa "Heróis da Fruta" no Centro Infantil Golfinho - Cabinda, AngolaEm zonas com escassez de recursos, como Cabinda, é difícil encontrar um agregado familiar com hábitos alimentares diários que incluam frutas e vegetais nas quantidades suficientes para que forneçam todos os micronutrientes necessários.Hoje foi posta em prática, pela primeira vez a iniciativa "Heróis da fruta" realizada pelo staff do centro e organizada por Otília Rodrigues - a minha querida mãezinha!Houve tempo para cantar, provar muitos sabores novos e confeccionar - pela primeira vez para a maioria  - uma salada de fruta. A iniciativa será repetida, de forma a incutir hábitos saudáveis, não só nas crianças, mas também nos familiares e staff do centro. Um bom exemplo a seguir por outras escolas e centros pelo mundo fora.Parabéns a todos que participaram!IMG_20150521_224758 IMG_20150521_224718 
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20.Mai.15

Como vencer a fome emocional

Há uns meses, na correria do Aeroporto dei, como sempre, uma vista de olhos pelos livros no “quiosque” antes de embarcar. O título “FOME EMOCIONAL”, num livro de capa branca, saltou À vista e como estava com pressa agarrei nele e comprei-o, mas sem qualquer tipo de expectativa. A verdade é que comecei a ler mal entrei no avião e no final da viagem de 3 horas o livro estava praticamente no final… Escusado será dizer que é uma leitura bastante interessante.Muito resumidamente a Dra. Teresa Branco explica no livro as causas psico-fisiológicas que nos levam a ser “adictos” À comida. Coloco adictos entre aspas, porque existem definições cientificas para adição e compulsão mas esta obra a fala de um problema relativamente menos grave (e que, na minha opinião, acaba por “tocar” a todos, mais tarde ou mais cedo) a que a autora chama “fome emocional”. A associação psicológica do sentimento de conforto ao acto de comer pode ser o “gatilho” que desencadeia este acto/hábito e isto leva a que entremos num círculo vicioso de fenómenos psicológicos e fisiológicos que nos levam a comer mais do que necessitamos sem termos muito controlo sobre a situação. É também abordada a questão do stresse – que engorda, claro, e de que afinal muita gente que não consegue perder peso não o faz, não por falta de vontade, mas por questões mais profundas. O tratamento proposto é uma abordagem multidisciplinar da questão, que vai desde tratamento psicológico até exercício físico. Segundo a autora (no meu entender), o primeiro (e mais importante) passo é descobrir o porquê da nossa fome emocional ou seja, que “vazio” estamos afinal a tentar preencher com comida.Aconselho a leitura.Podem encontrar o livro em várias livrarias, (penso) que alguns hipermercados, na fnac.pt ou wook.pt e na loja da apple ITUNES, em formato papel ou e-book.Ebook (9,99€) aqui:http://www.wook.pt/ficha/como-vencer-a-fome-emocional/a/id/15785324ITUNES ebookhttps://itunes.apple.com/pt/book/como-vencer-a-fome-emocional/id888382960?mt=11 
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